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Peugeot Rally Cup Ibérica 2022: Forte plantel integrado no WRC

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Corre-se já neste fim de semana o Vodafone Rally de Portugal, evento de cariz mundial que a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA volta a integrar no seu calendário de 2022, naquele que é o primeiro de dois ralis do WRC presentes no alinhamento da copa.

Será, também a terceira prova da presente época da copa ibérica, com a particularidade de o mais internacional dos ralis lusos marcar o final da fase portuguesa e a despedida dos pisos de terra.

Findo este evento, ficará por cumprir a secção de asfalto da copa, com três ralis do outro lado da fronteira ibérica.

E que melhor local para esta despedida do que um rali de cariz ‘mundialista’ e um conjunto de troços icónicos da região de Arganil?

O ‘menu’ da prova do ACP Motorsport contempla, em termos de copa, 124,73 quilómetros cronometrados, divididos por 9 Especiais, palcos das intensas batalhas a realizar entre a Cidade dos Estudantes e a Exponor, em Matosinhos.

Tudo irá começar na nova SuperEspecial de Coimbra, na noite desta quinta-feira (19 de maio), lutas que se irão prolongar pelo dia de sexta-feira, com as duplas passagens por troços icónicos como Lousã, Góis e Arganil, mais uma visita única a Mortágua, num dia que terminará com novo troço-espectáculo, em Lousada.

São 14, os PEUGEOT 208 Rally4 inscritos, com outras tantas duplas de ‘Leões’, incluindo os vencedores do Serras de Fafe e de Mortágua, Óscar Palomo / ‘Xavi’ Moreno e Diego Ruiloba / Andrés Blanco, e parte significativa dos seus adversários aos títulos de 2022.

Nesta terceira prova perfilam-se sete equipas portuguesas, uma delas em estreia, seis espanholas e outra em que o piloto defende as cores do Uruguai, sendo navegado por um espanhol.

Face a uma bem mais vasta audiência, de público e de directores de equipas – afinal, a copa ibérica serve, também, de plataforma de lançamento para o mundo dos ralis – todos irão sublinhar a excelência das suas máquinas, bem como da elevada competitividade associada a esta iniciativa coorganizada, pela quinta vez consecutiva, pela PEUGEOT Portugal e PEUGEOT Espanha, com a logística da Sports & You.

2022: Uma época de elevada competitividade

Quem irá vencer o Vodafone Rally de Portugal? É, como tem sido hábito ao longo das suas diversas épocas, muito difícil fazerem-se prognósticos de resultados antes de sair para a estrada a terceira prova do ano da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA.

As acesas lutas pelos lugares da frente que ocorreram quer em Fafe, quer em Mortágua, e os resultados finais delas saídos, bem como os das múltiplas batalhas entre os integrantes de um recheado plantel da copa, levam a que não se saiba quais os sucessores de Óscar Palomo / ‘Xavi Moreno e Diego Ruiloba / Andrés Blanco.

Poderão ser os próprios num tão desejado bis que lhes permita aumentar o pecúlio pontual, ou um dos seus múltiplos adversários, ávidos de amealhar pontos importantes que lhes permitam lutar até ao fim pelos ceptros de 2022.

Outra questão prende-se com as particularidades deste nosso rali pontuável para o WRC, cujos dois primeiros dias (quinta e sexta-feira) servem de estrutura a este encontro entre os PEUGEOT 208 Rally4, que terão pela frente alguns dos mais distintos troços do mundo dos ralis, Lousã, Góis, Arganil e Mortágua.

Não só fruto da sua extensão, mas principalmente pela sua dureza, acrescida por os PEUGEOT 208 da copa cumprirem os troços depois de por eles passar todo o plantel dos carros de quatro rodas motrizes, das categorias maiores do Mundial de Ralis, encontrando-os, por isso, muito revoltos.

Se o tempo seco se mantiver, mostrar-se-ão mais duros para máquinas e pilotos; se chover, a lama tornar-se-á num adversário adicional, algo que se notará ainda mais nas segundas passagens, pelo que há que fazer uma gestão inteligente entre velocidade e resistência.

Nada que as máquinas ‘made by PEUGEOT Sport’ e preparadas pelas diversas estruturas mecânicas não estejam habituadas a lidar, em já quatro épocas e meia de copa ibérica.

Bem mais suaves serão as duas SuperEspeciais de Coimbra e Lousada, respectivamente a abrir e a fechar a competição, aqui havendo apenas a preocupação de não estragar todo o trabalho realizado de preparação feito por si e pelas suas equipas técnicas.

Quanto aos pilotos da copa ibérica, mantém-se a maioria dos nomes que vimos este ano em Fafe e Mortágua – Andres Marieyhara, Delbín Garcia, Diego Ruiloba, Ernesto Cunha, lago Gabeiras, José Loureiro, Luis Morais, Óscar Palomo, Paulo Roque, Ricardo Sousa e Roberto Blach.

Juntam-se-lhes dois nomes portugueses e um espanhol, o regressado Hugo Lopes e dois estreantes absolutos na PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, Renato Pita e Raul Hernandez.

Todos apostam nas suas comprovadas competências, bem como nas características de robustez e fiabilidade de uma viatura que tem conquistado múltiplos resultados de relevo em diferentes campeonatos e continentes.

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