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Rallye Vidreiro: Para o Citroen Vodafone Team só a vitória interessa

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José Pedro Fontes e Inês Ponte - Rali da Água 2021

O Citroën Vodafone Team aposta na conquista de nova vitória no Rallye Vidreiro – Centro de Portugal Marinha Grande, de modo a poder manter-se na luta pelos títulos de 2021 do Campeonato de Portugal de Ralis.

Para esta sétima prova do presente CPR, José Pedro Fontes e Inês Ponte voltam a contar com as mais recentes especificações de asfalto para o seu C3 Rally2, set-ups que, entre outros resultados neste tipo de piso, lhes garantiram uma fantástica vitória na pretérita jornada do Alto Tâmega.

Dividindo-se pelos dias 15 e 16 de outubro, a prova do Clube Automóvel da Marinha Grande (CAMG) conta com 7 Especiais e soma 96,22 quilómetros cronometrados num percurso total de 315,55 quilómetros.

A 1ª Etapa (sexta-feira) integra uma única Especial, ficando o restante percurso competitivo para sábado, numa 2ª Etapa dividida por duas rondas por três classificativas.

Não há outro resultado possível para que José Pedro Fontes e Inês Ponte se possam manter na luta pelos títulos de 2021 do Campeonato de Portugal de Ralis.

Só a vitória interessa e estamos cientes de que poderemos alcançá-la na prova do Clube Automóvel da Marinha Grande”, sublinha o piloto do Porto, na véspera do arranque para a estrada da penúltima jornada da presente temporada.

Tal convicção é suportada pelos excelentes resultados recentemente obtidos pelo C3 Rally2 em ralis de asfalto e que, entre outros, se traduziram numa vitória absoluta no Rally da Água – Alto Tâmega e um 2º lugar no Rally Vinho Madeira, confirmando a validade dos mais recentes desenvolvimentos para este tipo de piso que a Citroën Racing cedeu ao Citroën Vodafone Team.

Estamos cientes do enorme potencial do nosso carro, nomeadamente em pisos de asfalto, e ainda que o tipo de alcatrão das especiais da Marinha Grande tenha algumas diferenças face ao que encontrámos na região de Chaves, não é por isso que o nosso potencial de vitória diminui.

Aliás, os resultados que a equipa tem obtido nesta prova – destacando-se as vitórias de 2019 (com o C3 R5) e em 2016 (com o DS 3 R5) – são espelho do quão à vontade estamos com os troços da região”.

Claro que as realidades são hoje diferentes, designadamente pelo cada vez mais competitivo parque circulante que concorre no CPR, com os pilotos das várias equipas oficiais, ou com suporte de fábrica, a discutirem os primeiros lugares”, acrescenta, numa altura em que, fruto da prestação no Rally Serras de Fafe e Felgueiras, a dupla deixou fugir um pouco esses adversários.

O resultado de há duas semanas em Fafe não foi, claramente, o que esperávamos, mas ainda nos permite mantermo-nos na luta pelos títulos de Pilotos e Navegadores de 2021 e é isso que interessa”, termina.