UEFA Super Cup: Jogo de “loucos” termina com vitória do Barcelona

UEFA Super Cup: Jogo de “loucos” termina com vitória do Barcelona

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O Barcelona venceu, esta 3ª Feira, o Sevilha, por 5-4 (após prolongamento), em jogo a contar para a Final da UEFA Super Cup, disputado no Estádio Boris Paichadze, em Tbilissi (Geórgia).

Estando em campo os recentes vencedores das principais competições europeias (Liga dos Campeões e Taça UEFA), esperava-se um desafio equilibrado e de vencedor incerto até ao apito final, o que realmente veio a acontecer.

No entanto, ao intervalo toda a gente pensava que a questão estava resolvida, pois os “blaugrana” venciam por 3-1, com 2 golos de Leo Messi e um tento de Rafinha; para além dos 3 golos, o árbitro ainda anulou um golo (quanto a nós, limpo) a Luís Suarez, e Beto teve de se aplicar a fundo em várias ocasiões.

Apesar do grande domínio da equipa catalã, a formação do Sevilha foi a primeira a marcar, através de um remate “indefensável” de Éver Banega, na cobrança de um livre directo.

Na segunda metade, o Barcelona marcou o seu 4º golo, por intermédio de Luís Suarez, e os adeptos do Sevilha desesperaram, pois tinham viajado vários quilómetros para verem a sua equipa perder por números expressivos.

Se aos 52 minutos, os sevilhanos estavam rendidos ao maior poderio do Barcelona, meia-hora depois estavam em êxtase, devido à recuperação épica da equipa da Andaluzia, que marcou 3 golos, por intermédio de José António Reyes, Kevin Gameiro e Olehovych Konoplyanka.

Com 7 minutos até aos 90, o Sevilha (que dominava o encontro a seu bel-prazer) ainda tentou chegar ao golo da vitória, mas o Barcelona defendeu muito bem e conseguiu manter o empate até ao fim do tempo regulamentar.

Ao contrário do que costuma acontecer nestas situações, as duas equipas entraram no prolongamento dispostas a resolver a questão na meia-hora suplementar, mas quem foi mais feliz acabou por ser o Barcelona, que chegou ao golo aos 115 minutos, por intermédio de Pedro Rodriguez, que tinha sido lançado aos 93 minutos.

Mesmo sem o “tridente” avançado (Neymar está com papeira e fora das opções durante cerca de 10 dias), o Barcelona conseguiu levantar mais um troféu importante e mostrou que a imposição da FIFA (não pode inscrever novos jogadores devido ao fair-play financeiro) não irá causar mossa ao clube que actualmente domina o futebol europeu.