Taça das Confederações: Portugal vence México e conquista medalha de Bronze

Taça das Confederações: Portugal vence México e conquista medalha de Bronze

Pepe, em cima do minuto 90. e Adrien Silva, no prolongamento, foram os marcadores dos golos que deram a vitória a Portugal e o consequente 3º lugar

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PortugalA Selecção Nacional “A” venceu a sua congénere do México, por 1-0 (após prolongamento), em jogo a contar para o Apuramento do 3º e 4º lugares da Taça das Confederações, disputado no Arena Otkrytie, em Moscovo (Rússia).

Depois do empate a 2 bolas, no encontro inaugural de Portugal nesta competição, os comandados de Fernando Santos entraram em campo completamente dispostos a “limpar a face”.

Sem poder contar com os dispensados Cristiano Ronaldo e Raphael Guerreiro (o primeiro por questões pessoais, o segundo por lesão), o técnico luso apostou num “onze” com algumas novidades e deu-se muito bem.

A equipa da “quinas” foi amplamente superior à sua adversária e aos 16 minutos já poderia estar a vencer pela diferença mínima, mas André Silva falhou uma grande penalidade, deixando Fernando Santos a pensar que terá de trabalhar esta lacuna nos próximos tempos.

O México, que fez muito pouco durante a primeira parte do desafio, chegou à vantagem no início da segunda metade, com um auto-golo de Luís Neto (uma estreia na competição), depois de uma tentativa de cruzamento de Javier “Chicharito” Hernandez.

A perder, Portugal foi à procura do empate, mas só conseguiu chegar ao golo em cima do 90º minuto, não por culpa da oposição dos centro-americanos, mas sim devido à falta de eficácia dos portugueses (Nani, Pizzi e Gelson Martins tiveram várias oportunidades para marcar, mas por vários motivos a bola teimou em sair pela linha de fundo).

Pepe salvou a equipa de uma derrota, que seria injusta, no final do tempo regulamentar, mas um eventual desempate por pontapés da marca de grande penalidade, começou a criar “fantasmas” na cabeça dos jogadores.

Por pura ironia do destino, depois de 15 minutos de bom futebol seria uma grande penalidade a resolver a questão; desta vez, foi Adrien Silva a colocar um ponto final nos “fantasmas”, ao cobrar na perfeição o castigo máximo.

Apesar do México ter feito um jogo abaixo do seu real valor, o conjunto americano também teve algumas oportunidades de marcar, mas aí brilhou Rui Patrício, que esteve para não jogar (fê-lo devido à lesão de Beto), mas foi importante para Portugal conseguir o 3º lugar e a respectiva medalha de Bronze.