Ralicross de Lousada II 2017: Resumo de Domingo, por Categoria

Ralicross de Lousada II 2017: Resumo de Domingo, por Categoria

Um novo traçado, com a curva três da pista da Costilha alterada, recebeu a deslocação do Campeonato Nacional de Ralicross, Kartcross e Super Buggy (CNRF) a Lousada

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Ralicross de Lousada 2017Um novo traçado, com a curva três da pista da Costilha alterada, recebeu a deslocação do Campeonato Nacional de Ralicross, Kartcross e Super Buggy a Lousada.

Pedro Alves ficou cliente do kartcross

“Ontem não comecei bem, com um problema na caixa, mas o Seraical Team tem sido fantástico e entregaram-me o kartcross pronto para fazer a primeira corrida de qualificação. Hoje já estraguei um roda de trás, mas isso faz parte (risos)”.

“Estou-me a divertir muito, a fazer uma coisa de que gosto, que é correr, e ao mesmo tempo estou aí a fazer vídeos e fotos que lançamos nas redes sociais e tem sido fantástico, com esta malta que me está a apoiar. O kartcross é o máximo, é uma modalidade muito gira e têm é que vir muitos ver e correr, porque vale mesmo a pena!”, rematou o simpático comediante, logo após uma sessão de autógrafos com o público de Lousada.

Super iniciação

Rafael Rocha (Peugeot 106) manteve o domínio após as corridas de qualificação. Com duas vitórias, na primeira e na terceira corrida, terminou a qualificação ma frente. Rafael Rocha, venceu a segunda corrida, mas na seguinte, logo na partida, Francisco Silva (Citroen Saxo) não evitou o toque de Rocha (Peugeot 106) seguiu para a joker lap. Foi quinto, fez o segundo posto após a qualificação.

Pedro Domingos (Toyota Starlet) começou bem com um terceiro posto, foi segundo na terceira corrida e assim conseguiu o terceiro lugar para a final. Francisco Silva venceu a corrida de qualificação da manhã mas, como não pontuou na corrida de Sábado, acabou por ser quarto nas contas finais.

Rodrigo Correia (Peugeot 205) coleccionou quartos lugares e com 12 pontos ficou com a quinta posição.

Andreia Sousa foi última na segunda corrida. Não teve hipóteses de ir mais longe, depois de um toque que motivava a entrada dos veículos de socorro em pista. A jovem foi observada pela equipa médica do circuito, mas tudo não passou de uma mera precaução, na terceira corrida não alinhou.

Final

João Novo (Peugeot 106) arrancou na frente, Francisco Silva (Citroen Saxo) furou até ser segundo. Rafael Rocha (Peugeot 106) colocou-se em segundo e Rodrigo Correia (Peugeot 205) atacava o segundo posto. João Novo mantinha a liderança após as idas à joker lap e Francisco Silva era a oposição, seguido por Rafael Rocha e Rodrigo Correia.

Fora do pódio ficava Pedro Pedro Domigues (Toyota Starlet) e Andreia Sousa (Toyota Starlet), que não alinhava, depois do toque da manhã.

Super Nacional 2 RM

Luís Moreira (BMW 325i) levou a melhor nas contas da categoria. Venceu a segunda corrida, juntou mais dois segundos lugares e terminou na frente o que lhe deu a pole-position para a final. Fábio Silva (Peugeot 106) fez bem as contas e foi o segundo. O melhor resultado foi um segundo posto na segunda corrida. Depois juntou um terceiro e um quarto lugares.

Celmo Guicho (Renault Clio) ganhou a última corrida. Pelo meio, um toque com Santinho Mendes atrasava-o na segunda manga e depois ainda havia mais um terceiro lugar na corrida de Sábado. Daniel Sousa ( Peugeot 106) era o quarto classificado na qualificação, com um quinto, um terceiro e um sexto postos.

José Sousa (Peugeot 306) fazia uma prova em ascensão, conseguia dois quartos postos nas corridas de Domingo e terminava em quinto, à frente de José Sousa (Peugeot 306) e de Santinho Mendes (Opel Astra.

Na segunda corrida, um toque entre Celmo Guicho (Renault Clio) e Santinho Mendes (Opel Astra), colocava o Campeão em título da Super Iniciação fora de combate. Santinho conseguia a qualificação para a final, à frente de Flávio Pereira (Peugeot 309).

Final

Luís Moreira (BMW 325i) partiu muito bem e Celmo Guicho pressionava até se concluir a primeira volta. Na curva um o piloto de Vila Real cortava demais, saía para a barreira e ficava por aí com a direcção aberta. Daniel Sousa (Peugeot 106) ‘herdava’ a segunda posição, à frente de José Queirós (Peugeot 206), que tinha uma espécie de sombra de nome José Sousa (Peugeot 306).

Entretanto José Sousa era penalizado por ter cruzado a linha da ‘caixa’ de partida e era a vez de Daniel Sousa, que entretanto tinha ganho um lugar, herdar a vice-liderança. A classificação final ficava assim ordenada: Luís Moreira venceu, seguido por Daniel Sousa, José Sousa, José Queirós e Fábio Silva.

Super 1600

Com dois primeiros lugares nas duas primeiras corridas, João Ribeiro (Citroen Saxo S1600) fechou as contas com a pole-position para a final.

Mário Teixeira (Ford Fiesta), aproveitou a hipótese de vencer a última corrida de qualificação e assim encerrou a seu favor a questão do segundo posto. Até venceu a derradeira manga de qualificação, mas os dois quartos lugares das anteriores, colocavam-no em segundo, à frente de José Rodrigues (Peugeot 206 S1600), que teve num sexto posto na segunda qualificação o seu pioro resultado.

Hélder Ribeiro (Citroen C2 S1600) teve que suar. A melhor posição foi uma segunda, na corrida do meio e depois teve que se defender com ‘unhas e dentes’ para terminar a qualificação em quarto.

Joaquim Machado (Peugeot 206 S1600) não começou bem. Problemas de motor não lhe permitiam disputar a primeira corrida. Assim teve que dar o ‘tudo por tudo’ na terceira e feitas as contas ser quinto, à frente de Rogério Sousa (Peugeot 207 S1600), Rui Sirgado (Citroen DS3 S1600) e Nuno Araújo (Citroen C2 S1600).

Final

Que grande partida, com os homens da frente a rodarem a par na curva um, a fazerem o mesmo na curva dois e só na curva é que as coisas se começaram a definir. João Ribeiro (Citroen Saxo S1600) levava a melhor e pouco depois era vez de Hélder Ribeiro (Citroen C2 S1600) fazer um pião na travagem para o gancho que antecede a recta da meta.

Com as idas à joker lap, João Ribeiro manteve a primeira posição, agora era a vez de José Eduardo Rodrigues (Peugeot 206 S1600) alternar com Mário Teixeira (Ford Fiesta S1600), na tarefa de pressionar o líder. Depois Teixeira ia à joker e ao regressar ao traçado principal, recuperava o lugar que foi dele, o segundo, à frente de Rodrigues.

Joaquim Machado (Peugeot 206 S1600) tinha no quarto posto a consolação possível, depois de um fim-de-semana marcado por problemas mecânicos. Rogério Sousa (Peugeot 207 S1600) e Rui Sirgado (Citroen DS3 S1600) completavam o grupo dos seis da frente.

Super Nacional A 1.6

Sérgio Dias (Citroen Saxo) foi o vencedor da segunda corrida e depois voltou a repetir a graça na terceira. Fechou as contas com a vitória na qualificação. Pedro Tiago (Peugeot 106 GTI) ganhou a corrida de Sábado, mas no Domingo coleccionou segundos postos e terminou em segundo, à frente de Luís Morais (Peugeot 106 GTI), que com dois terceiros postos nas corridas de Domingo foi terceiro nas contas finais.

O quarto lugar da grelha da final ficou para João Oliveira (Peugeot 206 GTI). Seguem-no Daniel Leal (Citroen Saxo), Américo Sousa (Citroen Saxo) e Andreia Oliveira que com o ‘pequeno’ Toyot Starlet foi sétima e a melhor senhora.

Final

Partida, largada, fugida e bandeira vermelha. Na curva dois ficava Daniel Leal (Citroen Saxo) após alguns toques, que também envolviam Andreia Oliveira (Toyota Starlet) e motivava a interrupção da corrida. Nova partida e Pedro Tiago (Peugeot 106) fez uma grande partida, arrancou bem e chegou à frente à curva, onde se ‘aguentou’ na frente, apesar de por fora, na curva um. Depois, na volta seguinte foi a vez de Sérgio Dias (Citroen Saxo) ‘meter’ a frente e na curva um Pedro Tiago fazer um 180º.

Passava a ser o tempo de Sérgio Dias dominar até que foi à joker lap e Luís Morais (Peugeot 106) passar para frente. Luís Morais venceu, seguido por Sérgio Dias e Américo Sousa (Citroen Saxo), que furava desde a última posição da grelha. Pedro Tiago era quarto, à frente da melhor senhora, Andreia Oliveira (Toyota Starlet).

Super Car e Super Nacional 4WD

Pedro Matos (Citroen DS3) conquistou a pole-position. Duas vitórias nas primeiras corridas chegaram para fechas as contas na frente.

O segundo posto teve luta q.b. e Daniel Costa (Peugeot 106 Bi-motor) levou a melhor com um segundo, um terceiro e um quarto postos, que o colocam na frente da Super Nacional 4 WD, segunda da geral.

Joaquim Santos resolveu os problemas no Ford Focus e finalmente pôde alinhar na segunda corrida de qualificação, em que foi segundo atrás de Pedro Matos. Depois venceu, mas as contas ficavam curtas para ir mais à frente do que terceiro. Carlos Pereira (BMW 325 Ix) foi quarto, à frente de Ana Matos (Mitsubishi Lancer EVO VI).

Final

Joaquim Santos (Ford Focus) partiu muito bem e colocou-se na frente, com Pedro Matos (Citroen DS3) a rodar completamente colado. Ana Matos (Mitisubishi Lancer EVO VI) partiu atrás de Daniel Costa (Peugeot 106 Bi.motor) mas após concluir a primeira volta a melhor senhora assumia-se como líder da Super Nacional 4WD.

Pedro Matos começava a sentir problemas na mecânica do Citroen, cujo motor começava a ‘fumar’ e deixava Joaquim Santos com folga para vencer. Na Super Nacional 4 WD Ana Matos ganhava, era terceira atrás do seu irmão Pedro Matos e ganhava a categoria, à frente de Daniel Costa. Carlos Pereira (BMW 325 Ix) era quinto, terceiro da Nacional.



Super Buggy

Nos que aos três primeiros diz respeito, a segunda e a terceira corridas não tiveram surpresas face à inicial. Ludgero Santos (toniauto TNTT) ganhou e foi seguido por Rafael Teixeira (Toniauto TT) e António Estêvão (GRT MXG). No que às posições seguintes diz respeito, as coisas foram bem mais discutidas. Nelson Barata (Toniauto TT), com o terceiro lugar conseguido na terceira corrida fechou as contas em quarto, à frente de Paulo Godinho (PG Racing) e Arménio Rodrigues (Atmos Strong).

Final

Ludgero Santos (Toniauto TNTT) voltou a arrancar na frente, colocou-se na liderança e por lá foi ficando. Rafael Teixeira (Toniauto TT) colcou-se na vice-liderança e deixou os outros a discutirem o terceiro posto.

Ao baixar da bandeira, quem levou a melhor na luta pela derradeira posição do pódium foi António Estêvão (GRT MXG), que após muito luta levou a melhor sobre Arménio Rodrigues (Atmos Strong) e Nelson Barata (Toniauto TT). Paulo Godinho (PG Racing) não foi além da quinta volta.

Kartcross

Pedro Rosário (Semog bravo ER) pode dar razão ao ditado que diz que o que ‘mal começa, bem acaba’ e como venceu a derradeira corrida de qualificação, conseguiu a pole-position para a final. Um ponto bastou-lhe para levar a melhor sobre Mário Rato (Semog Bravo), que começou a ganhar, mas depois um quarto e um terceiro postos colocaram-no em segundo.

José Luís Pereira (AG Sport) vai partir de terceiro. Foi um dos homens da frente na qualificação, com um segundo, um quinto e um sexto postos. Jorge Gonzaga (ASK R268) terminou em quarto, à frente José Mota (Semog Bravo), Rui Nunes (Semog Bravo) e Nuno Bastos (ASK EVO 16).

Final

Pedro Rosário (Semog Bravo ER) partia como um tiro e colocava-se na frente da corrida, depois de surpreender José Luís Pereira (AG Sport) e Mario Rato (Semog Bravo). Ainda na primeira volta, Rui Nunes saiu em frente no gancho que anteceda a recta da meta e acabava aí a prova.

Pedro Rosário naõ tinha um segundo de descanso, pois José Luís Pereira rodava colado à traseira do kartcross do homem de Coimbra, com Mário Rato, mais atrás, a ‘ver o que é que aquilo ia dar’. As sete voltas completavam-se e os homens do pódio estavam encontrados, embora José Luís Pereira tenha baixado para terceiro, por ter sido penalizado em três segundos, por ter cruzado as linhas da ‘caixa’ de partida.

Jorge Gonzaga (ASK R268) cortava a meta em quarto, com José Mota (Semog Bravo) e Nuno Bastos (ASK EVO 16).