Rali Viana do Castelo 2017: Apesar de um furo no Adam, Filipa...

Rali Viana do Castelo 2017: Apesar de um furo no Adam, Filipa Sanguedo sobe ao pódio

Um toque com uma roda da frente num ‘corte’ de uma curva, provocou um furo, deixando ainda o R2 algo desalinhado e obrigando a penalizar, fazendo com que Filipa Sanguedo e Jorge Carvalho descessem algumas posições.

30

Filipa Sanguedo - Rali Viana do Castelo 2017A bonita cidade de Viana do Castelo foi palco da 6ª prova da Taça Nacional de Ralis Asfalto e do Campeonato Nacional de Ralis GT, com a 6ª edição do Rali Viana do Castelo a estar novamente a cargo do Clube Automóvel de Santo Tirso.

Filipa Sanguedo marcou presença na prova em piso de asfalto com o seu Opel Adam R2 que estreou esta temporada no Campeonato Nacional de Ralis (CNR), centrando as suas ambições em progredir o seu andamento com o Adam R2 no asfalto, acumulando kms, mas aproveitando também para desfrutar de um rali que é do seu agrado.

A prova arrancou na Sexta-feira à noite, onde a piloto surpreendeu com um bom ritmo na super especial montada em pleno centro da cidade, que como já vem sendo ‘tradição’ de edições anteriores, contou com uma grande moldura humana, que deram um ambiente fantástico à especial nocturna.

No Sábado, a piloto navegada por Jorge Carvalho viu a sua prova ficar condicionada na segunda passagem por S. Salvador da Terra/Amonde, já que um toque com uma roda da frente num ‘corte’ de uma curva, provocou um furo, deixando ainda o R2 algo desalinhado e obrigando a penalizar, o que os levou a descer algumas posições.

Apesar da sua equipa técnica ter conseguindo minimizar os problemas na vinda à assistência, o toque acabou também por afectar a instalação eléctrica, fazendo com que o Adam se desligasse várias vezes durante as últimas especiais do rali. Apesar de tudo, a dupla nunca baixou os braços e superou este desafio, subindo ao pódio final após as 11 provas especiais de classificação.

“Alinhámos em Viana do Castelo porque é um Rali e cidade que gosto bastante e desta forma aproveitámos a participação para fazer mais alguns quilómetros com o Adam R2. A nossa prova ficou marcada por um toque com uma roda que deixou o carro algo condicionado e a possibilidade de fazer um resultado engraçado; mas, não havendo qualquer pressão quanto a resultados, e apesar do tempo perdido, focámo-nos em terminar o rali, acabando a nossa participação por ter um desfecho positivo, até porque o rali voltou a ter um ambiente fantástico graças ao muito público que acompanhou a prova”, comentou Filipa Sanguedo.