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Rali de Marrocos 2017: Elisabete Jacinto parada no deserto, depois de capotar no Erg Chegaga

A piloto portuguesa Elisabete Jacinto continua parada no deserto, onde possivelmente irá pernoitar, após o seu camião de competição se ter virado nas dunas do Erg Chegaga quando a piloto tentava desviar-se de uma zona de lama.

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Elisabete Jacinto - Rali de Marrocos 2017 - 2ª EtapaA piloto portuguesa Elisabete Jacinto continua parada no deserto, onde possivelmente irá pernoitar, após o seu camião de competição se ter virado nas dunas do Erg Chegaga quando a piloto tentava desviar-se de uma zona de lama.

A equipa Bio-Ritmo® encontrava-se a disputar a terceira etapa do Rallye Oilibya du Maroc, uma longa e difícil jornada maratona, quando se deu o incidente que deixou a formação lusa condicionada à passagem do camião ‘vassoura’.

Os portugueses aguardam pela ajuda da organização para que o MAN TGS de competição possa ser levantado, possibilitando assim a sua permanência na corrida, uma vez que os concorrentes podem continuar em prova desde que cheguem ao acampamento uma hora antes do primeiro piloto partir para a etapa seguinte.

Nas últimas horas levantou-se uma grande tempestade de areia que está a prejudicar bastante os trabalhos da equipa portuguesa que aguarda com expectativa os desenvolvimentos das próximas horas.

Amanhã cumpre-se a quarta e penúltima etapa do Rallye Oilibya du Maroc 2017.

Na jornada que vai ligar o Erg Lihoudi e Erfoud os concorrentes vão enfrentar, mais uma vez, dois sectores selectivos, o primeiro com 191,56 km e o segundo com 263,51 km.

Neste dia a caravana do rali vai percorrer os diversos tipos de paisagens e terrenos marroquinos. Cruzamento de dunas, trilhos rápidos e sinuosos, passagens de oueds, fesh-fesh e pistas de areia são os ingredientes desta especial que decerto será decisiva para o resultado final da competição.