Lobos jogam na Bélgica o regresso ao Rugby Europe Championship

Lobos jogam na Bélgica o regresso ao Rugby Europe Championship

Portugal vai realizar neste Sábado, a partir das 15h00, no Heisel Stadium, em Bruxelas, o play-off de acesso ao Rugby Europe Championship, o mais alto patamar da Rugby Europe

30

Portugal vai realizar neste Sábado, a partir das 15h00, no Heisel Stadium, em Bruxelas, o play-off de acesso ao Rugby Europe Championship, o mais alto patamar da Rugby Europe. Após terminar em primeiro lugar o Rugby Europe Trophy 2016-17, com vitórias em todos os jogos, os Lobos terão pela frente a Bélgica, uma das Selecções europeias que mais tem evoluído nos últimos anos.

O Seleccionador Nacional Martim Aguiar reconhece que do outro lado “estará uma equipa difícil”, mas salienta que Portugal quer “voltar ao grupo de cima” e, por isso, apenas pode ambicionar a vitória.

Depois de trajecto perfeito no Rugby Europe Trophy 2016-17, a Selecção Nacional defrontará neste Sábado em Bruxelas uma equipa comandada pelo técnico francês Guillaume Ajac, que têm um ‘pack’ avançado forte, sendo o ‘maul’ uma das suas armas preferências.

Os ‘Diabos Negros’ venceram a Divisão 1B da European Nations Cup de 2015-16, e neste ano disputaram o Rugby Europe Championship, onde ofereceram uma excelente resistência à Rússia (18-25) e Alemanha (29-34).

No historial de confrontos entre portugueses e belgas, a vantagem é portuguesa (dez vitórias em 14 jogos), mas nos três duelos realizados neste século registou-se sempre muito equilíbrio. No último confronto, realizado em Novembro em Setúbal na estreia de Martim Aguiar como Seleccionador Nacional, Portugal venceu por 26-21.

Na antevisão da partida, o técnico nacional mostrou-se ambicioso.

“Vamos entrar para ganhar e é isso que ambicionamos. Queremos voltar ao grupo de cima e vamos dar tudo o que estiver ao nosso alcance, sabendo que do outro lado estará uma equipa forte que vai jogar o jogo da temporada e em casa”.

Sobre o adversário, Martim Aguiar destacou o ritmo de jogo conquistado ao longo da época com “jogos internacionais de um nível alto” e os “fortes avançados”.

XV de Portugal: 1 – Bruno Medeiros; 2 – Duarte Diniz; 3 – José Leal da Costa; 4 – Geordie Mcsullea; 5 – Gonçalo Uva; 6 – João Lino; 7 – Miguel Macedo; 8 – Vasco Fragoso Mendes; 9 – Francisco Pinto Magalhães (Capitão); 10 – Nuno Penha e Costa; 11 – Adérito Esteves; 12 – José Lima; 13 – Tomás Appleton; 14 – Gonçalo Foro; 15 – Pedro Bettencourt.

Suplentes: 16 – João Vasco Corte-Real; 17 – Nuno Mascarenhas; 18 – Diogo Hasse Ferreira; 19 – Sebastião Villax; 20 – Rafael Simões; 21 – Nuno Sousa Guedes; 22 – Pedro Leal; 23- Manuel Vilela