CAM Speed Festival 2016: Estreia de Nuno Santos valeu pódio em Braga

CAM Speed Festival 2016: Estreia de Nuno Santos valeu pódio em Braga

Nuno Santos estreou-se nesta competição Open com o VW Golf R35 da Martins Speed e dificilmente antecipava um resultado tão positivo como o que obteve.

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Numa operação relâmpago, Nuno Santos marcou presença no Braga Speed Festival, uma organização do Clube Automóvel de Braga que teve lugar no passado dia 13 (Domingo), e saiu do Circuito Vasco Sameiro depois de subir duas vezes ao pódio. O piloto estreou-se nesta competição Open com o Volkswagen Golf R35 preparado pela Martins Speed e dificilmente antecipava um resultado tão positivo como o que obteve.

Num dia com óptimas condições para corridas, Nuno Santos lançou-se para os treinos livres apenas com o intuito de descobrir o Volkswagen Golf R35 que nunca tinha pilotado. Sem nenhumas noções do potencial que teria ao volante do modelo que se destacou no Campeonato Nacional de Velocidade (CNV), na categoria TCC, queria apenas ter prazer.

Numa competição em que praticamente todos os automóveis podem competir e com desconhecimento total do Golf, era impossível estabelecer objectivos. Mas bastaram algumas voltas para perceber que tinha andamento para andar com os mais rápidos. Nos treinos cronometrados, a sua prestação valeu-lhe o terceiro melhor tempo.

A sair da segunda linha da grelha de partida, Nuno Santos viu a bandeira de xadrez da primeira corrida na terceira posição. No derradeiro confronto do dia, o resultado foi ainda melhor. Acabou no segundo posto logo atrás de um Radical SR3.

“Adorei a experiência. A possibilidade de a concretizar surgiu em cima da hora, mas nem a falta de preparação me impediu de tirar partido deste fantástico dia de competição em Braga. Cheguei sem noção nenhuma do que poderia fazer em pista. Mas a adaptação foi muito rápida e quando acabei os treinos livres percebi que podia discutir os lugares do pódio”, explicou Nuno Santos.

“Com a pista a secar tornei-me mais rápido e aproveitei o potencial do Golf R35. É um carro extremamente interessante. O que mais me surpreendeu foi a capacidade de curvar e o poder de travagem. Em corrida, tive sempre um andamento constante que me levou ao pódio. Acho o conceito deste tipo de corridas muito giro e só é pena não haver mais carros. Mas o princípio é de louvar”, sublinhou.

Nuno Santos volta, agora, a concentrar-se no Super 7 by Kia. O piloto tem a última ronda do troféu no final deste mês, no Circuito do Estoril nos dias 26 e 27.