Africa Eco Race 2017: Oitava etapa foi boa para Didier e má...

Africa Eco Race 2017: Oitava etapa foi boa para Didier e má para Alexandre

A caminho de conseguir terminar entre os dez melhores no final da Africa Race, a dupla de pilotos da Albufeira Racing Team viveu hoje o seu pior momento

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A caminho de conseguir terminar entre os dez melhores no final da edição 2017 da Africa Eco Race, a dupla de pilotos da Albufeira Racing Team viveu hoje o seu pior momento das oito jornadas até ao momento realizadas. Depois de ter subido ao nono posto no final do dia de ontem, Alexandre Azinhais foi forçado a parar após ter passado pelo CP2 da especial que ligou Tiwilit a Azougui com 425 quilómetros de extensão.

Problemas mecânicos na sua moto estão na origem da paragem do piloto de Albufeira, que sem conseguir encontrar forma de contornar o problema foi forçado a parar e esperar pelo ‘camião-vassoura’ para regressar ao ‘bivouac’. Um ‘balde de água fria’ para as aspirações do piloto e da equipa, sendo que o objectivo é agora poder retomar a prova na etapa de amanhã; mas, por força da penalização imposta, as pretensões em termos de classificação final estão colocadas de lado.

No entanto, Didier Frederico não teve problemas e foi o 12º na longa e exigente especial para subir à nona posição na classificação geral. O piloto algarvio ganhou três posições no final do dia e regressou ao lote dos dez melhores onde tinha estado na fase inicial da prova.

“É uma desilusão face ao que estávamos a conseguir, mas as corridas são mesmo assim. As motos são sujeitas a um grande esforço nas zonas de dunas e hoje foi o Alexandre a ficar parado. Vamos tentar recuperar a sua moto para que ele possa retomar a corrida amanhã e continuar para chegarmos a Dakar”, referiu Didier Frederico.

Amanhã os pilotos terão que cumprir uma especial com 390 quilómetros num dia onde o total atingirá os 464 quilómetros de etapa, ligando Azougui a Akjoujt.